logoleft

Arte rupestre

Entre as melhores artes rupestres do mundo

A arte rupestre sul-africana sobreviveu devido à uma ironia. Os San foram perseguidos por europeus, Zulu, Basotho e outras tribos, por causa da sua crença de que os bens semoventes devem pertencer a todos. Eles foram forçados a se estabelecerem no Deserto de Kalahari e nas cordilheiras de Drakensberg em KwaZulu-Natal - o que garantiu a sobrevivência das suas pinturas na rocha.

Uma galeria deslumbrante de arte rupestre da África do Sul está permanentemente aberta nas cordilheiras de Drakensberg e na região de Cederberg no Cabo Ocidental, e é o legado de San Bushmen, os habitantes originais do sul da África. Há muito tempo os desenhos fascinam especialistas internacionais e locais devido à qualidade, simplicidade de desenho e uso ousado de cores, similar à técnica de fixação moderna.
O povo San, caçadores-coletores presentes na chegada dos europeus, não tinham um sistema tribal e não se integravam facilmente. Eles foram caçados e levados para áreas remotas, como o deserto de Kalahari e as cordilheiras de Drakensberg e Maluti, onde a arte sobreviveu em cavernas e rochas suspensas.
Especialistas de todo o mundo em pinturas na rocha concordam que os trabalhos de San Bushmen são os mais numerosos e surpreendentemente modernos no mundo, sendo que os locais de arte rupestre sul-africanos são agora protegidos como herança nacional. Para evitar danos a imagens, não é permitido aos praticantes de caminhadas se abrigarem em cavernas remotas de Drakensberg e devem acampar do lado de fora.
O mundo foi apresentado à cultura estranhamente espiritual de San, com a sua arte, música e dança ritual, pelo autor Laurens van der Post, que escreveu The Lost World of the Kalahari em 1958.
O museu mais antigo da África do Sul, o Museu de Iziko SA na Cidade do Cabo, inaugurado em 1825, tem uma exposição espetacular de arte rupestre sul-africana - incluindo seções inteiras de cavernas.
O museu da caverna de Bushman, uma área a céu aberto na Reserva de Giant's Castle em Drakensberg, tem 500 pinturas, algumas estimadas em centenas de anos de idade. Kamberg, próxima a Estcourt em KwaZulu-Natal, tem a Shelter Cave, que pode ser visitada com um guia. Bushman's Kloof na região de Cederberg também é uma galeria de arte rupestre espetacular, assim como as cordilheiras de Gifberg no Cabo Ocidental.
Kimberley, no Cabo Setentrional, exibe o Centro de Arte Rupestre de Wildebeest Kuil, a uma iniciativa comunitária compartilhada entre o povo de indígena de San e Khoe e os pesquisadores. Ele foi cuidadosamente integrado a uma montanha sagrada.
O Museu McGregor em Kimberley e o Museu Vryburg às margens de Kalahari também têm grandes exposições de arte rupestre na África do Sul.

Uma galeria deslumbrante de arte rupestre da África do Sul está permanentemente aberta nas cordilheiras de Drakensberg e na região de Cederberg no Cabo Ocidental, e é o legado de San Bushmen, os habitantes originais do sul da África. Há muito tempo os desenhos fascinam especialistas internacionais e locais devido à qualidade, simplicidade de desenho e uso ousado de cores, similar à técnica de fixação moderna.

O povo San, caçadores-coletores presentes na chegada dos europeus, não tinham um sistema tribal e não se integravam facilmente. Eles foram caçados e levados para áreas remotas, como o deserto de Kalahari e as cordilheiras de Drakensberg e Maluti, onde a arte sobreviveu em cavernas e rochas suspensas.

Especialistas de todo o mundo em pinturas na rocha concordam que os trabalhos de San Bushmen são os mais numerosos e surpreendentemente modernos no mundo, sendo que os locais de arte rupestre sul-africanos são agora protegidos como herança nacional. Para evitar danos a imagens, não é permitido aos praticantes de caminhadas se abrigarem em cavernas remotas de Drakensberg e devem acampar do lado de fora.

O mundo foi apresentado à cultura estranhamente espiritual de San, com a sua arte, música e dança ritual, pelo autor Laurens van der Post, que escreveu The Lost World of the Kalahari em 1958.

O museu mais antigo da África do Sul, o Museu de Iziko SA na Cidade do Cabo, inaugurado em 1825, tem uma exposição espetacular de arte rupestre sul-africana - incluindo seções inteiras de cavernas.

O museu da caverna de Bushman, uma área a céu aberto na Reserva de Giant's Castle em Drakensberg, tem 500 pinturas, algumas estimadas em centenas de anos de idade. Kamberg, próxima a Estcourt em KwaZulu-Natal, tem a Shelter Cave, que pode ser visitada com um guia. Bushman's Kloof na região de Cederberg também é uma galeria de arte rupestre espetacular, assim como as cordilheiras de Gifberg no Cabo Ocidental.

Kimberley, no Cabo Setentrional, exibe o Centro de Arte Rupestre de Wildebeest Kuil, a uma iniciativa comunitária compartilhada entre o povo de indígena de San e Khoe e os pesquisadores. Ele foi cuidadosamente integrado a uma montanha sagrada.

O Museu McGregor em Kimberley e o Museu Vryburg às margens de Kalahari também têm grandes exposições de arte rupestre na África do Sul.

 

 

Dicas de viagem e informações de planejamento

Como chegar até aqui

Pode-se chegar até a maioria das áreas de arte rupestre fazendo uma caminhada leve a moderada da sua pousada ou centro em que estacionou.

Melhor época para visita

A África do Sul exibe um clima ameno durante todo o ano. O inverno é mais frio no Cabo.

Onde ficar

As acomodações próximas às áreas de artes rupestres são numerosas e variadas, de rústicas a luxuosas.

Como viajar pelo país

Pode-se chegar até as áreas de arte rupestre da África do Sul por tour guiado, normalmente agendado pela sua pousada ou resort.

Duração da estadia

Metade ou toda a semana.

O que trazer

Sapatos para caminhadas e roupas quentes, pois as áreas de exposição estão situadas nas cordilheiras de Drakensberg ou Cederberg.

O que comer

Há opções de restaurantes nas várias áreas ou centros de arte rupestre, ou nas adjacências.